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WebMaster: William Gagige

SUMÁRIO  HISTÓRICO

Fundação:

DIA 07/10/80: 1.ª REUNIÃO NA AABB – ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA BANCO DO BRASIL – OSVALDO CRUZ – ESTADO DE SÃO PAULO

 

          Reuniram-se cerca de quarenta pessoas interessadas, convidadas que haviam sido pelo líder do movimento Sr. Yukio Mayeda, gerente da agencia do Banco do Brasil, local, afim de expor sobre o Programa Proalcool  e demonstrar o interesse do Banco do Brasil em financiar um projeto para a implantação de uma destilaria em nossa região.

Em razão do grande interesse demonstrado pelos presentes, formou-se uma comissão para efetuar um estudo a respeito e inclusive apresentar sugestões sobre o local onde deveria ser instalado o complexo industrial.

          As pessoas escolhidas para compor a referida comissão foram Sr. Wilson Otaviani, José Rubens Molez, Alberto Maria Lopes, Aparecido Altino Davoli e Renato José Bannwart.

 

DIA 24/10/80; 2.ª REUNIÃO – ROTARY  CLUBE – OSVALDO CRUZ

 

          Nesta 2.ª reunião compareceram as pessoas que  demonstravam interesse em participar do empreendimento, quando já deveriam assinar uma carta intenção de subscrição quota.

A comissão de trabalho convidou para participar da reunião o Sr. Carlos José Ribeiro do Val, Presidente da Vale Verde de Junqueirópolis.

         Esta reunião teve um comparecimento acima da expectativa, pois as pessoas que compareceram, subscreveram cartas de intenção num total de 2.300 alqueires, quando o objetivo da Comissão era somente aceitar até o montante de 2.300 alqueires.

          A participação dos convidados foi muito importante nessa reunião, pois graças as suas explanações puderam os presentes ter uma idéia bem definida do que seria uma destilaria, pois a 1.ª estava em fase de instalação e a 2.ª já estava funcionando há 2 anos.

          Também, nessa oportunidade, foi muito significativos a presença e esclarecimentos prestados por Yukio Mayeda e sua e sua equipe liderada por Julio Makoto Assari e José Tiossi.

A conclusão principal foi a de que o resultado seria a fixação de nova data para uma reunião objetivando a constituição mesmo da empresa, saindo daí, inclusive, a escolha do nome: DACAL.

 

                       3.ª REUNIÃO – CLUBE DAS BANDEIRAS – OSVALDO CRUZ

 

          No clube das Bandeiras, reuniram-se os interessados em companhia de Maria José Gonçalves Siqueira, técnica do Departamento de Cooperativismo do INCRA e do Dr. Alonso Gomes de Menezes, e do Instituto do Açúcar e Álcool, com o escopo de decisão entre cooperativa, sociedade anônima ou limitada.

  

DIA 03/11/80: 4.ª REUNIÃO – DA CONSTITUIÇÃO – CLUBE DAS BANDEIRAS

 

          Na reunião, realizada também no clube das Bandeiras (mais uma vez servindo de palco para acontecimentos de grande importância para nossa comunidade, atuando como fator catalizador de interesses), foram aprovados os estatutos, reafirmando o nome DACAL, estabelecido o número de quotista e limitadas em 2.240 as quotas. Definiam-se, também, os objetivos principais da sociedade.

          Na mesma ocasião foi eleito o Conselho Diretor encarregado inclusive de imprimir o dinamismo inicial à empresa e levá-la, rapidamente, ao que é hoje.   

 

DA VIABILIDADE ECONÔMICA

 

          Constituída a DACAL, eleito o seu conselho Diretor, escolhido o primeiro, presidente, na pessoa de Abel Rebollo Garcia, este compôs sua diretoria, e o primeiro passo dado foi o da escolha da firma especializada para elaboração do projeto de Viabilidade Econômica, a ser apresentado à CENAL. A Contratada foi a ENERGEX-SISTEMAS ENERGÉTICOS S/A, de Ribeirão Preto.

          A confiança no projeto era tamanha que os quotistas, durante as demarches e discussões prévias, cuidaram de dinamizar o andamento do mesmo, já reunindo dados e estudos que seriam reclamados no futuro, a tal ponto que, em 19.12.80, era ele protocolado em BRASÍLIA, sob n.º 0181/80! Recebia, assim, os quotistas o presente de natal anunciado e prometido pelo Presidente do Conselho.

          E tão significativa foi a apresentação nessa data (19.12.80) que, logo depois, ela permitiu que fosse sustentada, com êxito e depois da longa luta, a incidência, no nosso projeto, dos juros de que fala a portaria 490, de 02.01.80.

 

 

DA APROVAÇÃO NO CENAL

Ato n.º  445/81,  de  23.03.81.

 

Características do Projeto Aprovado

 

1        -   Tipo: Autônoma

2        -   Matéria Prima: Cana-de-açúcar

3        -   Capacidade Nominal de Produção:  12.000 litros/dias

4        -   Agente Financiador: Banco do Brasil  S/A

5        -   Produção Exclusiva de Álcool Hidratado

6        -   Limite, por Quotista, de 500 ha para plantio de cana-de-açúcar 

7        -   Fixação de 823.854,9 ORTNs (dezembro 80) no valor do investimento industrial.

8        -   Utilização de veículos movidos exclusivamente à álcool, tanto no setor agrícola quanto no setor industrial.

9        -   Início da produção de álcool  -  setembro/82

 

DA AQUISIÇÃO DO TERRENO PARA IMPLANTAÇÃO DA DESTILARIA

 

          O resultado da comissão encarregada desses estudos foi a escolha de uma área de 10 alqueires, destacada da Fazenda São Francisco, de propriedade de Francisco Otaviani, no município de Parapuã, no valor de Cr$ 2.500.000,00 e à beira da rodovia Assis Chateaubriand no Km 133.

 

 

 

DA ATUAÇÃO DA DIRETORIA NA AQUISIÇÃO DO COMPLEXO INDUSTRIAL E A PRIMEIRA COMPRA

 

          A diretoria, preocupada com a defasagem do projeto (final da planilha do CENAL), após a realização cuidadosa das ocorrências e definição pela espécie, resolveu eliminar todos os intermediários e manter contatos pessoais (e por vez extenuantes exigindo maior esforço, cuidado e dedicação) com a diretoria dos eventuais fornecedores: o resultado, para gáudio nosso, foi o de conseguimos montar o parque industrial com os recursos que nos deponhamos. Tornou-se viável o projeto, mesmo defasado!

          A compra inaugural de equipamentos foi feita à CODISTIL – Construtoras de Destilarias Dedini S/A., em 15.04.81.

 

NOSSOS FORNECEDORES NA IMPLANTAÇÃO DO COMPLEXO INDUSTRIAL:

 

RACIONAL ENGENHARIA S/A

CODISTIL – CONSTRUTORAS DE DESTILARIAS S/A

CECCHI-PROVENCIO – ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO ELÉTRICA LTDA.

FILIZOLA – FAIR-BANKS MORSE BALANÇAS S/A

ENERGEX – SISTEMAS ENERGÉTICOS S/A

ZANINI EQUIPAMENTOS PESADOS S/A

P. W. A. – TRATAMENTO DE ÁGUA E SANEAMENTO  LTDA.   

MOTOCANA S/A

ESMEL – ESTRUTURAS METÁLICAS LUCÉLIA LTDA.

TECNAL – EQUIPAMENTOS PARA LABORATÓRIO LTDA.

TAKEU KIMURA – POÇOS SEMI-ARTESIANOS.

INDUSTRIA DE BOMBAS SUBMERSAS “MONTE AZUL” LTDA.

EQUIPE S/A

ACEPAM – ACESSÓRIOS PARA MÁQUINAS S/A

INDUSTRIA E COMÉRCIO METALÚRGICA ATLAS S/A

IMEFER – INDUSTRIAL E MERCANTIL DE FERRAGENS LTDA.

ROLL-FOR – ARTEFATOS METÁLICOS LTDA.

MAUSA  S/A – EQUIPAMENTOS  INDUSTRIAIS

PARANAÍBA CONSTRUTORAS LTDA.

TRANSRAPAL – RODOVIÁRIA ALTA  PAULISTA  LTDA. 

 

DO INÍCIO DAS OBRAS E DAS ATIVIDADES ADMINISTRATIVAS

 

          As obras de engenharia civil tiveram seu marco inicial em 08.06.81 e os escritórios da DACAL ocuparam, nos seus primórdios, as instalações da Av. Presidente Roosevelt, 625, anexos à CASUL. Hoje e desde 24.10.81, tem seu celebro administrativos implantado na rua Armando Salles, 136-A.

 

  

 

DA COOPERAÇÃO DO BANCO DO BRASIL NA ORIENTAÇÃO AOS ESCRITÓRIOS TÉCNICOS PARA CONTRATAÇÃO DA FUNDAÇÃO DAS LAVOURAS

 

          Em 10/03/81, a pedido da Diretoria, o Banco do Brasil, por determinação de ALBERTO POLICARO, superintendente, designou os seus assessores Aparecido dos Santos e Carlos Geraldo Braga que, no rotary club local, ofereceram todas as informações e orientação técnica capazes de permitir aos quotista o acesso dos recursos indispensáveis à implantação de suas lavouras.

QUOTISTAS FUNDADORES:

01-  Abel Rebollo Garcia

02-  Ademir Antonio Di Pietro

03-  Adevair José Di Pietro

04-  Agostinho Caliman

05-  Alberto Maria Lopes

06-  Ângelo Brucci Filho

07-  Ângelo Costa Morales

08-  Antonio Maria Lopes

09-  Antonio Pedro Davoli

10-  Aparecido Altino Davoli

11-  Ausvimar Concon

12-  Bruno Maris Belluzzi

13-  Celso Mazzoni

14-  Delphino Cavallini

15-  Dirceu Cavallini

16-  Emil Wirth

17-  Emilio Lang

18-  Fábio Costa Couto

19-  Francisca Aguda Gris Morales

20-  Francisco Otaviani

21- Guido Belone

22- Hans Walter Lang

23- Irineu Rovina

24- Ismael Ferreira Coimbra

25- Ival Siena

26- Jayme Giacomelli

27- Jaime Persin

28- João Francisco Sampaio Brandão

29- João Maria Lopes

30- João Olides Ferrari

31- João Paulo Leal Costa Neves

32- José Ary Morales Agudo

33- José Monteiro Nabas

34- José Morales Agudo

35- José Rubens Molez

36- Juvenal Pereira de Alvarenga Junior

37- Lázaro da Costa Silva

 

38- Lino Ferrari

39- Lucio Luiz de Mattos Dias

40- Luiz Sergio Mazzoni

41- Manoel Montolar Pellesel

42- Marcos Aloísio Cunha

43- Maximillian Gottfried Hubinger

44- Nelson Cavallini

45- Ogacir Pedro Bozoli

46- Orlando Di Pietro

47- Orlando José Baggio

48- Orlando José Baggio Filho

49- Osvaldo Cavallini

50- Renato José Bannwart

51- Roberto Otoboni

52- Roberto Vandoaldo Davoli

53- Ronaldo Sciotti Pinto da Silva

54- Sebastião Alavarse

55- Serafin Antonio Neto

56- Takao Sugahara

57- Thereza Martelo Pelloso

58- Ulmar Joaquim Monteiro Ferreira

59- Vademar de Oliveira Lima

60- Valdir Ferrari

61- Waldeyr Carelli

62- Wilson Otaviani

63- Wosmery Antonio Carelli

 

 

 

 

 

 

 

 

 

INíCiO DE FUNCIONAMENTO

          A data que marcou o início dos testes, rodando as máquinas da DACAL, foi em 17.09.82.

          Contudo, não foram pequenos os problemas: as adaptações de equipamento, a inexperiência do material humano e as falhas de ordem mecânica obrigaram a diversas paralisações.

          Posteriormente, a incidência prolongada das chuvas impediu a própria retirada de cana das lavouras: fomos obrigados a uma paralisação imediata e definitiva, inclusive como política administrativa, vez que a industrialização extemporânea provocaria prejuízos insuportáveis.

 

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