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WebMaster: William Calsolari

  LIXO URBANO

       Em 24 horas, o Brasil produz 240 mil toneladas de lixo. Isso equivale a uma média de 0,67quilo por habitante ao dia.

       O aumento  excessivo  da  quantidade  de  lixo se

explica pelo aumento do poder aquisitivo e pelo perfil de consumo do brasileiro. A população adquire hábitos de Primeiro Mundo e consome produtos de melhor qualidade, mas o tratamento desse lixo continua sendo de país pobre. Cerca de 88% do lixo doméstico não recebe nenhum tipo de tratamento e vai para os lixões onde alimentará ratos e urubus,poluirá o solo e as camadas subterrâneas. Os lixões são grandes terrenos revestidos de plásticos para não contaminar o solo. A fermentação produz dois produtos: o chorume (líquido preto) e o gás metano. Menos de 3% do lixo vão para as usinas de compostagem, que o transforma em adubo. Uma parte dos resíduos considerado perigoso, como lixo hospitalar e lixo de aeroportos, são transformados, em alguns casos, em cinzas pelos incineradores. Apenas 2% de todo o lixo é reciclado no Brasil. Há uma explicação para este descaso. Reciclar é 15 vezes mais caro do que jogar o lixo em aterros. Em países como França e Alemanha, a iniciativa privada é encarregada do lixo. Fabricantes de embalagem são considerados responsáveis pelo destino do lixo e o consumidor também tem que fazer a sua parte. Quando um cidadão vai comprar uma pilha nova, por exemplo, é preciso entregar a usada.

        
 

O QUE DEVE IR PARA A COLETA SELETIVA

Papel: Jornais, revistas, papelão, formulários, papéis brancos, cartões, aparas de papel, papel - toalha, cartolina, embalagens de ovo, fotocópia, envelopes e caixas em geral.

Plástico: Copos plásticos, vasilhas, embalagens de refrigerante, sacos de leite, frascos de shampoo e de detergentes, embalagens de margarina, tubos de cano de PVC.

Vidro: Copos, garrafas, potes, frascos e cacos.

Metal: Chapas metálicas, lata de alumínio, panelas, fio, arame, pregos, sucatas de ferro e cobre.

 

Conama obriga devolução

de pilhas e baterias

     Entrou em vigor a resolução 257/99 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), que obriga o recolhimento de pilhas e baterias por parte de fabricantes e comerciantes.

A legislação determina que, depois de exauridas

as pilhas e baterias  terão  que  ser recicladas ou armazenadas de forma a não causar danos ao meio ambiente. De acordo com a resolução, o usuário fica responsável por devolver as baterias usadas ao comércio ou à assistência técnica autorizada que se encarregará de enviá-las ao fabricante para que adote procedimentos de reciclagem, tratamento ou disposição final ambientalmente correta. Os fabricantes também são obrigados a informar nas embalagens e em peças publicitárias avisos sobre os risco à saúde humana e ao ambiente. O alerta deverá explicar também que, depois de usadas, as baterias com metais usados não deverão ser jogadas fora junto ao lixo doméstico. Pilhas e baterias contém metais pesados como mercúrio, níquel, chumbo, cádmio, metal hidreto, que são poluentes e quando em contato com o homem podem provocar diversos males como o câncer, osteoporose, distúrbios respiratórios e do sistema nervoso.

 

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